Em comum

Padrão

Fantástica

Tão esverdeada, a grama orvalhada

Reluzentes micro florescências luminescentes

A pele roçando o caminho intocado

Divino!

Lá do alto, sol e lua, revesam

Em dança surpreendente

Discreta labareda excitante

E no fim, bem no meio, o poço

De teias sorridentes se enfeita

No mato os seres fantasmáticos

Maravilhados, murmuram orações

E a bela Alice, de cachos e laços

Pelo buraco embrenha se sem volta

Enfim sonhada e algoz

Última página, suas lágrimas e prismas

Murmura repetidas linhas escritas

Fantástica Literatura em mim

(04.11.10)


Doce Veneno

Sorvi cada gole como se fosse o último

Diziam as más línguas sobre um outro,

Com uma tal de fada verde

Mas esse veneno, era incomparavel.


Absorvia tuas linhas fantásticas

De repente confortavel, aconchegada

Deliberadamente entregue


E cada gotícula era sortilégio

Encanto e pulsão,

Cada palavra dizia me mais

Sobre os sigilos e ruídos do mundo


E inevitavelmente estava possuída

Fantasticamente viciada

O real agora era fantasma

E o sonho era anseio

(05.11.10)


Duas poesias sobre meu vício em literatura fantástica, cabe uma explicação sobre o que se trata, pois duas pessoas a quem mostreis anteriormente as poesias não compreenderam sobre o que exatamente se tratava as obras.

Bom fim de semana!

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