Pausas e esperas

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Boa tarde.

Vim dar alguma notícia por aqui! Quase não escrevo mais nada, a verdade é que ou me falta criatividade ou me falta vontade, a outra verdade é que tenho muito mais lido do que escrito.

Sobre o Grimoire dos Vampiros, segunda edição, as notícias são as piores. Houve o cancelamento da edição devido à desistência de alguns escritores nesse volume.  Resta, sobre as expectativas do ano, a publicação prevista ainda para esse final de ano de Meu Amor é um Mito, da Ed. Draco e para 2013 o lançamento de VII Demônios – Luxúria pela Ed. Estronho.

Para esses dois próximos semestres a pausa da escrita fantástica poderá ser ainda maior e mais terrível, afinal, começarei meu trabalho de conclusão do curso. A pretensão é elaborar um trabalho ainda na área literária, nada certo ainda.

De projetos pretendo arrumar e corrigir alguns contos não aceitos nas seletivas de antologias anteriores para publicar por aqui e também pelo site A Irmandade, cujos contos já publicados estão linkados no menu à direita:

O conto Atentado Terrorista:

“Respirei fundo, pesei durante alguns segundos se deveria continuar, ou não, com minha história, minha versão do que vi dos acontecimentos. Sorri de minha inocência e loucura. O policial me olhou impaciente e voltei a me angustiar.

— Eu não sei de onde eles surgiram, se pelas escadas rolantes ou por alguma outra entrada, mas quando os notei já estavam próximos e, curiosamente, as luzes piscaram rápidas e não consegui desviar o olhar, uma mulher branquíssima, de olhar baixo quase o tempo todo, vestia-se de forma impecável, parecia muito uma modelo, andava com pressa enquanto o rapaz atrás dela resmungava alguma coisa inaudível, ao contrário dela ele estava com um jeans velho e rasgado, uma camiseta de uma banda de rock qualquer, cabelos em desalinho e aquela pele dourada dele me fazia sentir arrepios.” (…)

Foi proposto inicialmente para uma antologia e aceito, porém, a antologia em questão não teve continuidade.

O conto O Recanto do Sinhozinho:

“Aproximou-se da sede, uma casa ampla toda em madeira escura brilhava com as luzes de dentro e a sua lanterninha revelava detalhes delicados, como os pilares que sustentavam a enorme varanda, esculpidos com animais do cerrado e pantanal, umas duas ou três cadeiras de madeira preenchiam um canto bem a frente da janela aberta. Uma enorme sombra escorava a casa, pensou se tratar de muitas árvores nos fundos da casa.

Aquela casa parecia irresistivelmente aconchegante. Bateu palmas e logo em seguida na porta grossa. Chamou por alguém, mas ninguém lhe respondeu. As luzes internas embaçadas pelo vidro sujo não lhe denunciavam presença nenhuma também. Resolveu esperar.” (…)

Foi proposto para uma antologia, mas não foi aceito. Dedicado à Tânia Souza, escritora que muito me inspirou para escrever esse conto situado em terras Sul Mato Grossenses.

Por hoje e talvez por mais alguns meses é só!

Beijos

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